O ato reuniu movimentos sociais, coletivos feministas, organizações populares e apoiadores da causa
Foto: Ivan Duarte
A vice-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Pará (OAB-PA), Brenda Araujo, esteve presente, neste domingo (8), em um ato pelo fim do feminicídio e da violência contra a mulher, em Belém. Ao lado dela, representando a advocacia, também estavam a presidente da Comissão das Mulheres e Advogadas (CMA), Tarita Cajazeira, e as advogadas Monique Andrade, Gisele Torres, ambas da CMA, e Amanda Viana, membro da Comissão de Direito Previdenciário da Ordem.
O ato fez alusão ao Dia Internacional da Mulher, o “8M”, e reuniu movimentos sociais, coletivos feministas, organizações populares e apoiadores da causa. A mobilização se concentrou na Escadinha do Cais do Porto, por volta das 9h, e seguiu em caminhada pelas ruas do centro da cidade.
“Nós recebemos da Constituição a missão de defender os direitos humanos, a justiça social e a democracia. E combater o feminicídio é isso, é falar de direitos humanos e de democracia plena. A OAB se manifesta contra o feminicídio e contra tudo aquilo que limita as mulheres de serem mulheres na sua plenitude. O feminicídio é a última medida, mas antes disso nos matam de diversas maneiras, nos silenciam, nos calam, nos impedem de sermos mulheres por inteiro”, destacou a vice-presidente da OAB-PA.
Brenda Araujo também destacou a presença de homens na manifestação. Segundo ela, é importante tê-los como aliados. “Eu queria agradecer e enaltecer a presença de múltiplas pessoas, de todas as idades, e dizer que uma mobilização como essa não se faz só por mulheres. Nós precisamos engajar homens e todas as pessoas nessa luta”, pontuou.
A participação da OAB-PA na mobilização reforça o compromisso institucional da entidade com a defesa dos direitos das mulheres e o enfrentamento a todas as formas de violência de gênero. A Ordem tem atuado por meio de comissões temáticas, debates, campanhas de conscientização e iniciativas voltadas à promoção da igualdade e ao fortalecimento das políticas de proteção às mulheres, reafirmando que o combate ao feminicídio é uma pauta permanente da advocacia e da sociedade.


